quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Somos chamados para buscar o ensinamento do Senhor!

Graça, Paz e Alegria!

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Salmo 119.113-120

113 Aborreço a duplicidade, mas amo a tua lei.
114 Tu és o meu refúgio e o meu escudo; espero na tua palavra.
115 Apartai-vos de mim, malfeitores, para que eu guarde os mandamentos do meu Deus.
116 Ampara-me conforme a tua palavra, para que eu viva; e não permitas que eu seja envergonhado na minha esperança.
117 Sustenta-me, e serei salvo, e de contínuo terei respeito aos teus estatutos.
118 Desprezas todos os que se desviam dos teus estatutos, pois a astúcia deles é falsidade.
119 Deitas fora, como escória, todos os ímpios da terra; pelo que amo os teus testemunhos.
120 Arrepia-se-me a carne com temor de ti, e tenho medo dos teus juízos.

Quando nos dedicamos a viver de acordo com a vontade do Senhor, conhecendo Sua Palavra, passamos a não gostar do que é contrário ao ensinamento do Senhor. Não apenas do que é meramente visível socialmente. Muitas vezes, o que parece certo nos afasta da vontade do Senhor, mesmo que socialmente não mostre erro. Mesmo que façamos algo tido como certo socialmente, se isso não for a vontade do Senhor para nossa vida, estamos no erro. Já dei o exemplo de que ninguém achará errado alguém querer ser missionário (no campo mesmo, pois missionários somos todos), mas que se essa não for a vontade do Senhor para aquela pessoa, ela estará em desobediência. Logo, muito mais do que a aparência social de algo bom, aquele que busca a vontade do Senhor deixa de lado essa mera aparência e deixa o caminho errado na mesma hora que o Senhor mostra o erro, buscando viver de acordo com a vontade do Senhor.

Pensando na "duplicidade", podemos pensar em quem parece uma coisa, mas faz outra de fato. Faz parecer para os outros uma coisa, mas na verdade é outra coisa. O Senhor sabe dessa "duplicidade" e a Ele não se engana! Não adianta defender o erro quando interessa e atacar apenas quando acha mais necessário. O erro é errado, quem quer que o cometa!

O salmista quer que o próprio Senhor afaste dele aquelas pessoas que fazem as coisas contrárias ao querer do Senhor. O malfeitor não é apenas aquele que faz algo errado reconhecido socialmente. É esse, mas é também aquele que se afasta da Palavra do Senhor, do querer de Deus, e que muitas vezes, com suas razões e explicações, tenta nos levar no mesmo caminho, parecendo o certo. Por isso o salmista pede que eles sejam afastados. Não quer ser convencido de algo errado. Antes, se for possível, que ele dê testemunho da verdade, claro, mas se isso não for possível, ele espera que o próprio Deus tire do caminho dele aquele que vai contra a vontade do Senhor. Em vez de ter esses no seu caminho, o salmista diz que prefere ser amparado pela Palavra do Senhor, para não ser envergonhado em sua esperança. Quer dizer: pode até parecer estranho, mas se é a verdade da vontade do Senhor, ele espera nessa verdade. Não quer apenas o que parece certo, mas quer o certo que venha realmente do Senhor. Abomina o erro declarado, e não quer o que parece certo mas não é, quer apenas viver de acordo com a vontade do Senhor.


Esse é um chamado para todos nós. Não fazer apenas o que parece certo ou bom socialmente, mas realizar por completo a vontade do Senhor. Entender um caminho que se mostra errado até mesmo socialmente, é fácil! Mas entender o caminho que, mesmo que socialmente pareça certo, nos afasta da vontade do Senhor é mais complicado. Só meditando na Palavra, buscando no Senhor e deixando Ele nos inspirar. E mesmo que socialmente fique estranho, se é a vontade do Senhor, logo irá ser uma realidade em sua vida, se você deixar Ele agir. Ou não era estranho, para citar apenas um exemplo dentre tantos, que José (Gênesis) realmente tivesse motivos para acreditar que a vontade do Senhor para a vida dele era que ele fosse grande, quando é vendido como escravo pelos irmãos, dado como morto, preso por uma mentira e esquecido na prisão? Socialmente, parecia que ele seria grande? Mas a sua esperança estava no Senhor. E da mesma forma que o salmista, que possamos depositar nossa esperança no Senhor, sabendo que Ele mesmo nos ajudará a viver a Sua vontade, se assim buscarmos. Com respeito, busquemos sempre o querer do Senhor.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Na alegria, busquemos e louvemos... Na angústia, busquemos e clamemos! (8)

Graça, Paz e Alegria!

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SITUAÇÕES DA ATUALIDADE

Lembrando mais uma vez que estamos utilizando o livro DECEPCIONADO COM DEUS, de Philip YANCEY para as mensagens das terças-feiras. Com essa lembrança, trazemos mais algumas situações que o livro apresenta:

- Tia que matou o sobrinho e ainda, possivelmente, bebeu o seu sangue... Como está a família? A mãe, que além disso, perdeu o marido há dois anos?

- Pais que tentaram matar seus filhos... Como está a família? Talvez feliz e contente com Deus por não ter acontecido o pior. Talvez questionando por que Deus deixou isso acontecer, mesmo que sem maiores consequências...

- Pais que abusam sexualmente de seus/suas filhos/as... Mais uma vez: e a família? E as crianças? Felizes ou questionando?

- Netos que estão matando suas avós... Mesma coisa!

Devemos pensar em como é ruim passar por tudo isso! E que cada pessoa reage de uma forma diferente. O Deus que age é sempre o mesmo, mas as pessoas são diferentes! Muitas vezes, problemas que parecem simples, para alguns são quase intransponíveis e outros que são muitos sérios, há quem "tire de letra". Isso varia de pessoa para pessoa. Não menospreze qualquer situação que angustie alguém, por mais que pareça algo "bobo"!


Gostaria de que alguém compartilhasse no espaço de comentários aqui no blog, nessa mensagem mesmo, um momento de angústia que viveu (ou está vivendo), como reagiu (ou está reagindo) e, no caso de já estar superada a angústia, como teve forças para superar? Pode fazer o comentário de forma anônima, se preferir não expor demais a situação, apenas nos conte o que aconteceu e como tem sido passar os dias depois disso!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Comentário Devocional do Livro de Eclesiastes (6.7-9)

Graça, Paz e Alegria!

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Eclesiastes 6.7-9

7 Todo o trabalho do homem é para a sua boca e, contudo, não se satisfaz o seu apetite.
8 Pois, que vantagem tem o sábio sobre o tolo? E que tem o pobre que sabe andar perante os vivos?
9 Melhor é a vista dos olhos do que o vaguear da cobiça; também isso é vaidade e desejo vão.

O autor de Eclesiastes segue seu argumento de que o que se tem neste vida, o que se ganha, serve para uma existência, para suprir a sua vida. E que tanto quem tem muito como quem tem pouco, na verdade tem a mesma coisa, apenas em quantidades diferentes...

O fato de tudo servir para a boca e mesmo assim não ser suficiente nos remete ao desejo de sempre ter mais e mais. Muitas vezes queremos coisas que nem precisamos de fato, mas classificamos como extremamente necessárias! E tendo esse desejo, nunca ganharemos o suficiente para suprir tudo o que queremos.

Vemos que tanto o sábio como o tolo enfrentam a mesma realidade. O pobre muitas vezes tem a mesma atitude, apenas pode fazer menos. Mas quem ganha menos e espera menos, aprende que desejar mais e mais, por não ter como atender a esse desejo, é algo fútil, e aprende a conviver com o que realmente precisa e a valorizar as coisas que a vida oferece. Melhor que desejar mais e mais é viver, apreciar, conviver mais e mais...


Por isso, o que a vista dos olhos pode acompanhar é melhor que ficar apenas cobiçando, porque esse desejo por mais e mais é vaidade, não acrescenta de fato, mesmo que se conquiste, pois sempre se vai querer mais alguma coisa... Nesse ponto, o melhor é confiar no cuidado do Senhor que supre as nossas verdadeiras necessidades e cuida de nós!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

domingo, 9 de agosto de 2015

Mensagem para o papai

Graça, Paz e Alegria!

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Um pai dá conselho e encorajamento quando a gente precisa. Um pai se importa com as coisas que são importantes para a gente. Um pai fica feliz com o nosso sucesso e felicidade, a vida inteira.

Eu agradeço pai, pelos abraços, risos, alegrias e momentos especiais a cada dia. Por todas as maneiras com que você demonstrou o quanto amava e se importava. Por sua paciência e seu humor. Por tudo o que você sempre fez.

Eu tenho muito orgulho e sou muito feliz por ter… um pai como você!


Abraços e Beijos!
Em Cristo,
Marcos Vinícius

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Somos chamados para buscar a vontade do Senhor

Graça, Paz e Alegria!

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Salmo 119.33-40

33 Ensina-me, ó Senhor, o caminho dos teus estatutos, e eu o guardarei até o fim.
34 Dá-me entendimento, para que eu guarde a tua lei e a observe de todo o meu coração.
35 Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela me comprazo.
36 Inclina o meu coração para os teus testemunhos e não para a cobiça.
37 Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me no teu caminho.
38 Confirma a tua promessa ao teu servo, que se inclina ao teu temor.
39 Desvia de mim o opróbrio que temo, pois as tuas ordenanças são boas.
40 Eis que tenho anelado os teus preceitos; vivifica-me por tua justiça.

Assim como Salomão, o salmista pede entendimento, porque ele quer guardar a lei do Senhor e observar de todo o coração. A alegria da salvação faz com que o salmista queira andar no entendimento das coisas do Senhor em todo o tempo. E isso fica como convite para nós: buscar a vontade de Deus o tempo todo.

O pedido para ter o coração inclinado aos testemunhos do Senhor e não para a cobiça, nos faz pensar no Jardim do Éden: Adão e Eva deixaram de lado o testemunho do Senhor e cobiçaram aquele fruto que era bonito e que trazia consigo a possibilidade de ser igual a Deus. A cobiça pelo fruto, tanto pela aparência como pela possibilidade que ele traria, levou o primeiro casal à desobediência. O salmista quer ir no caminho contrário e nós devemos seguir da mesma forma: deixar de lado o que parece bom, o que chama a atenção, o que parece "normal", se não for a direção dada pelo Senhor.


Buscar a vontade do Senhor e deixar o caminho que parece mais interessante, é dar testemunho de que servimos ao Senhor e que confiamos que Ele faz o melhor. O crente deve temer dar mal testemunho nesse aspecto. Seguir o próprio caminho ou a própria vontade é algo que devemos evitar. Buscar sempre o querer do Senhor, ter o testemunho Dele para seguir, é algo que deve ser constante em nossa vida.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 12 de maio de 2015

Na alegria, busquemos e louvemos... Na angústia, busquemos e clamemos! (7)

Graça, Paz e Alegria!

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Lembrando mais uma vez que estamos utilizando o livro DECEPCIONADO COM DEUS, de Philip YANCEY para as mensagens das terças-feiras. Com essa lembrança, trazemos mais uma situação:

Um homem escreveu um comentário sobre Jó, que é um grande exemplo na questão da dor – tinha todas as coisas em ordem, era íntegro, pedia perdão por possíveis pecados de seus filhos – oferecia sacrifícios – e, ainda assim, teve que passar por grande infortúnio: perdeu filhos, bens e, por último, a saúde. Sua esposa esperava que ele “amaldiçoasse/negasse Deus e se matasse”, seus “amigos” queriam achar qual o seu pecado para tantas tristezas. Ainda assim, no meio da pressão de perder tudo – tudo mesmo! – e de ser acusado de possíveis pecados, esteve firme e recebeu de volta o que tinha e em melhor situação. E apesar de fiel desde o começo, chega a conclusão que não conhecia de fato Deus. Foi preciso a angústia para ter uma experiência mais concreta de fé.

Depois de se aprofundar no texto de seu comentário, descobriu sua desilusão com Deus...

Seus pais se separaram e ele não queria isso e buscava em Deus que isso não acontecesse...

Conheceu pessoas que diziam coisas do tipo “falei com Deus” ou “o Senhor me disse”. Ele mesmo chegou a repetir isso, mas sem nunca ter a certeza que isso acontecera realmente...

Uma oportunidade de emprego que fracassou. E o pior: a pessoa contratada tinha menor qualificação que ele...

Sua noiva terminou o noivado, sem grandes explicações. E ela tinha grande influência em sua vida espiritual...

Diante dos problemas das outras pessoas, ele achava que seu pastor não iria dar tanta atenção à sua situação, pois pessoas procuravam o pastor com problemas de câncer, casamentos arruinados, alcoolismo e coisas assim. Logo, ele tinha a impressão que os seus problemas não eram tão grandes assim e que tinha gente sofrendo mais que ele...

Tenha em mente o seguinte: – qualquer problema, por menor que pareça, é grande para quem o está enfrentando, mesmo que ela entenda que há problemas maiores no mundo, e ainda há os que não entendem isso, pois cada pessoa responde aos problemas de maneira diferente. Não dá para esperar que todas as pessoas sejam iguais em sua maneira de reagir frente a problemas. Por mais que sejam iguais os problemas, cada pessoa tem uma reação. Podemos até compartilhar (como fazemos agora) situações. Mas cada pessoa reagirá diferentemente a um problema, mesmo que seja o mesmo.


Assim, não menospreze o problema de ninguém, não diminua o seu problema - problemas precisam ser enfrentados, precisamos dar e/ou receber ajuda, quer seja humana, quer seja espiritual, quer seja as duas! Por mais que pareça uma bobagem, dê atenção até a solução, até que seja resolvido ou superado. Só assim evitaremos maiores feridas na alma... e a impressão que Deus falhou...

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Comentário Devocional do Livro de Eclesiastes (6.3-6)

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Eclesiastes 6.3-6

3 Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, de modo que os dias da sua vida sejam muitos, porém se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele;
4 porquanto debalde veio, e em trevas se vai, e de trevas se cobre o seu nome;
5 e ainda que nunca viu o sol, nem o conheceu, mais descanso tem do que o tal;
6 e embora vivesse duas vezes mil anos, mas não gozasse o bem. Não vão todos para um mesmo lugar?

Mais uma vez é importante lembrar: o livro de Eclesiastes tem como "chave de leitura" a ideia de que não há nada além desta vida - uma argumentação sobre esse pensamento. Muitos pensam assim e entendemos que o pregador faz muitos argumentos levando em conta essa ideia, como uma forma de responder a esse pensamento de muitos. Mesmo que tenha muitas coisas nesta vida, se algo falhou e tudo acaba aqui, não valeu a pena ter vivido!

Nessa parte do texto, o pregador argumenta que mesmo que viva muitos anos, e mesmo que gere muitos filhos, não valeu a pena se não houve plenitude nesta vida, que seria a única (sem pensar na questão espiritual - o pregador pensa nisso e muitas vezes leva o argumento para essa realidade, mas em outros momentos ele argumenta com a ideia de quem pensa que tudo acaba aqui, até como uma forma de alertar que, se for assim, se tudo acaba aqui, mesmo com muita coisa nesta vida, ainda assim foi muito pouco).

Se todos vão para o mesmo lugar, se não há nada além desta vida e a sepultura é o fim de tudo, mesmo com 2 vezes mil anos ainda não valeria a pena se faltasse o bem. Algo ainda parece fazer falta. É claro que é a vida eterna, a questão espiritual, mas nesse ponto do texto, o alerta é para que se pense se realmente tudo acaba aqui, o que realmente vale a pena, diante de tantas coisas ruins que experimentamos nos dias que aqui vivemos? E aqueles que sofreram muito mais que tiveram alegrias, passaram por aqui apenas para uma experiência ruim? Qualquer que seja a experiência nesta vida, tudo acaba na sepultura?


O bem nesse caso, seria o favor divino, o cuidado do Senhor, a experiência eterna com Ele. Mas se o pensamento a ser rebatido é de que tudo acaba aqui, algo fica fazendo falta, se não experimentarmos o bem nesta vida. Assim, claro, a nossa esperança vai para além desses dias. Apenas começa aqui. Há muito mais para experimentarmos o bem da parte do Senhor. Já temos algumas amostras nestes dias que aqui vivemos e esperamos muito mais para a eternidade. E, ainda que o corpo experimente a morte, não vamos todos para o mesmo lugar. Só é assim do ponto de vista de quem acredita que tudo acaba por aqui, mas do ponto de vista de quem crê no Senhor, ainda há muito mais depois...

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor